Um herói. Apenas essa frase pode resumir a vida e carreira desse inglês. Sua tentativa de salvar Roger Williamson no GP da Holanda de 1973, emocionou o mundo da velocidade e até hoje é lembrada por todos os que gostam da Fórmula 1. Nascido em 26 de janeiro de 1945 em Bognor Regis , na Inglaterra, fez sua primeira corrida na Fórmula 1, no GP de Mônaco de 1973. Foram 11 GPs disputados, nenhum ponto, nenhuma vitória, nada, absolutamente nada marcante, a não ser... A não ser o ocorrido no GP da Holanda de 1973. Williamson capotou junto a seu carro e o protótipo começou a pegar fogo. O incêndio, que não era muito grande, aos poucos foi tomando uma forma ameaçadora. Purley parou seu carro e foi de encontro ao carro, pegando um extintor de um fiscal e tentando em vão, apagar o fogo que destroçava Williamson. O inglês provavelmente morreu sufocado pela fumaça de seu carro, numa perfeita tragédia, só totalmente entendida anos depois, quando o diretor da prova explicou ao jornalista português Francisco Santos, que, ao ser comunicado pelo rádio do acidente, olhou em direção ao local com o binóculo e viu um piloto andando a pé pela pista. Pensou que fosse Williamson e não autorizou o ingresso de um pesado caminhão de combate a incêndio. Mas não era Williamson e sim Purley quem o diretor vira andando pela pista. A tentativa corajosa de Purley, ao tentar salvar sozinho seu companheiro, ganhou reconhecimento mundial para este ex-oficial do grupo de pára-quedista: a George Medal foi uma entre as várias condecorações que recebeu. Purley continuaria a disputar a Fórmula 1 nos anos seguintes. Nesse ano de 1973, corria de March. No ano de 1974, estaria a bordo de um Token, voltando a pilotar na Fórmula 1, apenUm herói. Apenas essa frase pode resumir a vida e carreira desse inglês. Sua tentativa de salvar Roger Williamson no GP da Holanda de 1973, emocionou o mundo da velocidade e até hoje é lembrada por todos os que gostam da Fórmula 1. Nascido em 26 de janeiro de 1945 em Bognor Regis , na Inglaterra, fez sua primeira corrida na Fórmula 1, no GP de Mônaco de 1973. Foram 11 GPs disputados, nenhum ponto, nenhuma vitória, nada, absolutamente nada marcante, a não ser... A não ser o ocorrido no GP da Holanda de 1973. Williamson capotou junto a seu carro e o protótipo começou a pegar fogo. O incêndio, que não era muito grande, aos poucos foi tomando uma forma ameaçadora. Purley parou seu carro e foi de encontro ao carro, pegando um extintor de um fiscal e tentando em vão, apagar o fogo que destroçava Williamson. O inglês provavelmente morreu sufocado pela fumaça de seu carro, numa perfeita tragédia, só totalmente entendida anos depois, quando o diretor da prova explicou ao jornalista português Francisco Santos, que, ao ser comunicado pelo rádio do acidente, olhou em direção ao local com o binóculo e viu um piloto andando a pé pela pista. Pensou que fosse Williamson e não autorizou o ingresso de um pesado caminhão de combate a incêndio. Mas não era Williamson e sim Purley quem o diretor vira andando pela pista. A tentativa corajosa de Purley, ao tentar salvar sozinho seu companheiro, ganhou reconhecimento mundial para este ex-oficial do grupo de pára-quedista: a George Medal foi uma entre as várias condecorações que recebeu. Purley continuaria a disputar a Fórmula 1 nos anos seguintes. Nesse ano de 1973, corria de March. No ano de 1974, estaria a bordo de um Token, voltando a pilotar na Fórmula 1, apenas em 1977, com um carro particular de nome LEC. Em 1978, num treino em Silverstone, seria submetido a maior força G: 179,8 G, sem morrer. O carro foi de 173 km/h para 0 em menos de meio metro, num acidente. Correria ainda na Fórmula Inglesa em 1979, até optar pelos negócios da família. as em 1977, com um carro particular de nome LEC. Em 1978, num treino em Silverstone, seria submetido a maior força G: 179,8 G, sem morrer. O carro foi de 173 km/h para 0 em menos de meio metro, num acidente. Correria ainda na Fórmula Inglesa em 1979, até optar pelos negócios da família.
Morreria em 02 de julho de 1985, num acidente de avião, na costa sul da Inglaterra.
Estatísticas na F1
7 GPs
3 temporadas
3 abandonos
0 ponto
PAPEL DE PAREDE: bora lá Flu!
Há 15 anos