sábado, 12 de janeiro de 2008

Emoção a Flor da Pele

A Qualquer pódio que vemos, e que veremos na Fórmula 1, sentimos com os pilotos as emoções de quem está presente nele, as tristezas de quem queria estar lá, as frustações de um segundo colocado, a alegria de ter seu primeiro pódio, a alegria de uma vitória, e bate um gostinho de estar lá, presente na festa. Quem nunca sonhou em reger o Hino Italiano correndo pela Ferrari? Quem nunca desejou ouvir com toda a concentração possível o God Save de Queen depois de uma hora e meia guiando uma McLaren, uma Williams? A Fórmula 1 tem dessas coisas. Mas nada se compara a nós brasileiros, comemorar uma vitória ao som do Hino Nacional, nem que seja numa manhã dominical pela TV.

Inúmeros pódios emocionantes foram vistos, acompanhados por nós, meros telespectadores. Mas nada até hoje, na minha opinião se compara a incrível atuação de Rubens Barrichello, fechando as corridas no velho Hockenheim. Atuação marcante, pódio mais ainda.

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O choro de Rubens descreveu naquele momento toda a sua carreira. Passando por inúmeras dificuldades até conquistar seu objetivo: correr numa equipe grande. E logo em seu primeiro ano conquistando o que queria, que na verdade foi mais que uma simples corrida. Foi a prova aos que duvidavam de sua capacidade, que ele tinha valor.

Rubens Barrichello jamais conquistou um título mundial, e cada vez mais se torna difícil, porém, com suas vitórias conquistadas pela Ferrari, a chama brasileira reascendeu na F1.

A nação que mais tem títulos de pilotos na F1, via depois de longos sete anos, o tema da vitória tocado novamente.