
Talvez muitos que tivessem ouvido falar em Gianclaudio Regazzoni sentiram uma facada no peito quando souberam que no dia 15 de dezembro de 2006 encerrava-se a vida de um grande mito da Fórmula 1 em um acidente de carro.
Carro. A maior das paixões desse suíço nascido em Lugano, nas proximidades da fronteira da Suíça com a Itália, mas considerado italiano pelos tifosi quando foi efetivado na Ferrari em 1970, entretanto, ele sempre se manteve suíço, até no capacete.
A primeira vitória de Regazzoni veio durante sua primeira temporada na Fórmula 1 em 1970, quando ele venceu o GP da Itália em Monza ao volante de uma Ferrari 312B. Embora só tenha competido em oito das 13 corridas daquele ano, ele terminou em terceiro no campeonato, atrás do seu companheiro de equipe Jacky Ickx e do falecido Jochen Rindt, que ganhou o campeonato daquele ano de forma póstuma,após se envolver num acidente que tirou sua vida na mesma pista.
Depois de duas temporadas na Ferrari, Regazzoni mudou-se para a BRM, onde fez parte de uma equipe que incluía Jean Pierre Beltoise e Niki Lauda. Em 1974, a Ferrari decidiu chamar Regazzoni de volta. Ele aceitou imediatamente e sugeriu a Enzo Ferrari que também chamasse Niki Lauda. Regazzoni e Lauda, juntamente com o chefe de equipe Luca Cordero di Montezemolo e o diretor técnico Mauro Forghieri, formaram uma parceria bem-sucedida que gerou 15 vitórias, dois títulos de construtores, e um campeonato para Lauda, em 1975.A melhor temporada de Regazzoni foi em 1974, quando ele perdeu o campeonato para Emerson Fittipaldi por somente três pontos. Na segunda metade dos anos 1970, Regazzoni participou das 500 milhas de Indianápolis com a McLaren e dirigiu para equipes médias da Fórmula 1 como a Ensign e a Shadow, até que Sir Frank Williams ofereceu-lhe novamente uma vaga competitiva em um de seus carros, em 1979. Regazzoni pagou o favor dando-lhe a primeira vitória da equipe em Silverstone, mas foi substituído por Carlos Reutemann ao fim da temporada.
Em 1980 ele sofreu um acidente durante o Grande Prêmio dos Estados Unidos, disputado em Long Beach, quando os freios de seu Ensign falharam no fim de uma reta de alta velocidade. Seu carro bateu em grande velocidade contra a Brabham do argentino Ricardo Zunino, que estava parado no canto de uma área de escape, incendiando-se em seguida. O acidente deixou Regazzoni paralisado da cintura para baixo. Desde então, ele se dedicou a ajudar portadores de deficiência física a obter igualdade de oportunidades, além de continuar competindo em competições com carros históricos, sua grande paixão. Um instigante relato de sua vida pode ser encontrada em sua autobiografia "È questione di cuore" ("É um assunto do coração") publicado em meados dos anos 1980. No final da vida Regazzoni dividia seu tempo entre Mônaco e Lugano, e ocasionalmente fazia comentários para canais de TV suíços e italianos.
Que dia ingrato aquele 15 de dezembro de 2006, veio a falecer depois que seu automóvel colidiu com um caminhão na região oeste da cidade de Parma, no norte da Itália. Regazzoni tinha 67 anos. A morte de Clay causou grande comoção entre os fãs do automobilismo e antigos companheiros, entre els Emerson Fittipaldi e Niki Lauda, já que era tido como um dos grandes ídolos da Fórmula 1.
Carro. A maior das paixões desse suíço nascido em Lugano, nas proximidades da fronteira da Suíça com a Itália, mas considerado italiano pelos tifosi quando foi efetivado na Ferrari em 1970, entretanto, ele sempre se manteve suíço, até no capacete.
A primeira vitória de Regazzoni veio durante sua primeira temporada na Fórmula 1 em 1970, quando ele venceu o GP da Itália em Monza ao volante de uma Ferrari 312B. Embora só tenha competido em oito das 13 corridas daquele ano, ele terminou em terceiro no campeonato, atrás do seu companheiro de equipe Jacky Ickx e do falecido Jochen Rindt, que ganhou o campeonato daquele ano de forma póstuma,após se envolver num acidente que tirou sua vida na mesma pista.
Depois de duas temporadas na Ferrari, Regazzoni mudou-se para a BRM, onde fez parte de uma equipe que incluía Jean Pierre Beltoise e Niki Lauda. Em 1974, a Ferrari decidiu chamar Regazzoni de volta. Ele aceitou imediatamente e sugeriu a Enzo Ferrari que também chamasse Niki Lauda. Regazzoni e Lauda, juntamente com o chefe de equipe Luca Cordero di Montezemolo e o diretor técnico Mauro Forghieri, formaram uma parceria bem-sucedida que gerou 15 vitórias, dois títulos de construtores, e um campeonato para Lauda, em 1975.A melhor temporada de Regazzoni foi em 1974, quando ele perdeu o campeonato para Emerson Fittipaldi por somente três pontos. Na segunda metade dos anos 1970, Regazzoni participou das 500 milhas de Indianápolis com a McLaren e dirigiu para equipes médias da Fórmula 1 como a Ensign e a Shadow, até que Sir Frank Williams ofereceu-lhe novamente uma vaga competitiva em um de seus carros, em 1979. Regazzoni pagou o favor dando-lhe a primeira vitória da equipe em Silverstone, mas foi substituído por Carlos Reutemann ao fim da temporada.
Em 1980 ele sofreu um acidente durante o Grande Prêmio dos Estados Unidos, disputado em Long Beach, quando os freios de seu Ensign falharam no fim de uma reta de alta velocidade. Seu carro bateu em grande velocidade contra a Brabham do argentino Ricardo Zunino, que estava parado no canto de uma área de escape, incendiando-se em seguida. O acidente deixou Regazzoni paralisado da cintura para baixo. Desde então, ele se dedicou a ajudar portadores de deficiência física a obter igualdade de oportunidades, além de continuar competindo em competições com carros históricos, sua grande paixão. Um instigante relato de sua vida pode ser encontrada em sua autobiografia "È questione di cuore" ("É um assunto do coração") publicado em meados dos anos 1980. No final da vida Regazzoni dividia seu tempo entre Mônaco e Lugano, e ocasionalmente fazia comentários para canais de TV suíços e italianos.
Que dia ingrato aquele 15 de dezembro de 2006, veio a falecer depois que seu automóvel colidiu com um caminhão na região oeste da cidade de Parma, no norte da Itália. Regazzoni tinha 67 anos. A morte de Clay causou grande comoção entre os fãs do automobilismo e antigos companheiros, entre els Emerson Fittipaldi e Niki Lauda, já que era tido como um dos grandes ídolos da Fórmula 1.


