Jack Brabham é um dos grandes nomes da F-1 e sempre foi um apaixonado pelo automobilismo. Prova disso é que ele foi o primeiro piloto a criar uma equipe e ser campeão em um carro com seu próprio nome.
Aos 12 anos, o pai de Brabham o ensinou a dirigir. Aos 15, ele fazia o primeiro contato com os motores (quando deixou a escola), conseguiu um emprego em uma oficina e passou a estudar engenharia em escola técnica. Em 1946, depois de passar dois anos na Aeronáutica, abriu uma pequena loja de reparos e acabou ficando com o carro de corrida de um de seus clientes. Em sua primeira participação no Campeonato de Nova Gales do Sul, Estado australiano, Brabham ficou com o título.
Em 1955, ele seguiu o caminho natural e foi para a Europa, onde fez sua estréia em GPs na equipe Aintree. Em 59, ele se juntou à Cooper, com a qual foi campeão, repetindo o feito no ano seguinte.
Em parceria com Ron Tauranac, Brabham decidiu criar sua própria equipe, que marcou época na F-1. A recompensa surgiu em 66, quando ele conquistou o campeonato pilotando seu próprio carro vencendo os GPs da França, Inglaterra, Holanda e Alemanha. O ano seguinte trouxe um novo título, dessa vez com seu companheiro de equipe, Denis Hulme. O ano de 68 pertenceu à Lotus. Em 69, com um motor Ford/Cosworth, Brabham viu renascer suas chances de conquistar o campeonato novamente, mas um acidente durante uma sessão de treinos e, em conseqüência, um tornozelo fraturado acabou com as esperanças do campeão.
Em 1970, Brabham havia decidido aposentar-se, mas como não conseguiu nenhum piloto de ponta para guiar seus carros acabou desistindo da idéia e continuou a competir, vencendo os GPs da África do Sul e Mônaco. A corrida do México foi sua última prova.
Depois de se aposentar, Brabham vendeu sua parte na equipe para o sócio Tauranac e retornou para a Austrália. O piloto deixou a F-1 depois de 16 anos competindo. Durante esse tempo, Brabham participou de 126 GPs, conquistou 14 vitórias, foi pole por 13 vezes e registrou dez voltas mais rápidas.
Uma relação com o Brasil
Criada em 1962, a Brabham sempre teve um papel importante na vida dos pilotos brasileiros. Pela equipe do australiano Jack Brabham, José Carlos Pace, mais conhecido como Moco, conseguiu sua única vitória na Fórmula 1, em 1975, em Interlagos. Nelson Piquet conquistou o bicampeonato pilotando um Brabham em 81 e 83, em uma parceria perfeita com o mago dos projetos, o sul-africano Gordon Murray. O time também foi o primeiro a colocar um piloto como campeão do mundo com um carro impulsionado por motor turbo (em 83, com Piquet).
Depois de viver anos de glória na F-1, Jack Brabham decidiu vender sua parte na equipe para o sócio Ron Tauranac, que mais tarde vendeu o controle da escuderia para Bernie Ecclestone, que se firmou na categoria ao adquirir a Brabham no início dos anos 70.
A tragédia também esteve presente na história da Brabham. Em 1986, o italiano Elio de Angelis sofreu um acidente fatal no autódromo de Paul Ricard, na França, durante uma sessão de treinos da equipe. Depois de ficar a frente da equipe por alguns anos, Ecclestone decidiu vender suas ações da escuderia. Em 94, a Simtek comprou o que restou da Brabham, que não chegou nem perto de repetir o passado vitorioso da equipe que havia sido fundada por Jack Brabham.
16
Número de temporadas que Jack Brabham correu na F-1.
Participou de 126 GPs
Pioneiro
Brabham foi o primeiro piloto a fundar sua própria equipe e ser campeão mundial por ela
Bicampeão
O piloto australiano foi o único corredor a vencer mundiais pela equipe Cooper. Foi responsável por sete das 12 vitórias de toda a história do time e por três das seis pole positions
Campeão em 1959
Pilotando uma Cooper, venceu a temporada com 31 pontos, duas vitórias e uma pole position
Bicampeão em 1960
Novamente com a Cooper, venceu a competição 43 pontos, cinco vitórias e três pole positions
Tricampeão em 1966
Com sua própria equipe ganhou o tricampeonato com 42 pontos, quatro vitórias e três pole positions
PAPEL DE PAREDE: bora lá Flu!
Há 15 anos
Um comentário:
Oi, achei seu blog pelo google está bem interessante gostei desse post. Gostaria de falar sobre o CresceNet. O CresceNet é um provedor de internet discada que remunera seus usuários pelo tempo conectado. Exatamente isso que você leu, estão pagando para você conectar. O provedor paga 20 centavos por hora de conexão discada com ligação local para mais de 2100 cidades do Brasil. O CresceNet tem um acelerador de conexão, que deixa sua conexão até 10 vezes mais rápida. Quem utiliza banda larga pode lucrar também, basta se cadastrar no CresceNet e quando for dormir conectar por discada, é possível pagar a ADSL só com o dinheiro da discada. Nos horários de minuto único o gasto com telefone é mínimo e a remuneração do CresceNet generosa. Se você quiser linkar o Cresce.Net(www.provedorcrescenet.com) no seu blog eu ficaria agradecido, até mais e sucesso. (If he will be possible add the CresceNet(www.provedorcrescenet.com) in your blogroll I thankful, bye friend).
Postar um comentário